Fala Paquetá
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Show do Macalé
A Confraria e a Casa de Artes de Paquetá promovem neste sábado, dia 19 de maio, às 17 horas, show do Jards Macalé. Ingressos a R$ 10,00. A Casa de Artes fica na Praça de São Roque, nº. 31. Até lá.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Show do Paul McCartney em Washington
Para termos também amenindades no Fala Paquetá, em homenagem especial ao pessoal do Rock in Paquetá - Mariangela, Liliane Mundim, Carla e também ao administrador do nosso Blog, Ricky - , posto o endereço do Tributo a Paul McCartney, no Kennedy Center, em Washington. A nata do império decadente lá estava, batendo palmas e acompanhando o show, inclusive o Collin Powell, ex-Secretário de Estado do Bush filho.
Resposta do Dep. Estadual- PT- RJ, Gliberto Palmares, à consulta da Regina Linhares
Sra. Regina
Ao contrário do que a senhora pensa, a gratuidade beneficia os moradores e Barcas, sim. Porque o morador não paga a passagem, mas a concessionária não deixa de receber - o governo do estado repassa para a empresa o valor de cada passagem gratuita. A gratuidade não resultou em nenhuma perda, em nenhum prejuízo para Barcas. E se o governo do estado usa RECURSOS PÚBLICOS para beneficiar uma empresa que presta um péssimo serviço, porque o usuário não pode ser beneficiado? Foi com essa intenção que apresentei a emenda concedendo gratuidade aos moradores de Paquetá e Ilha Grande, que dependem exclusivamente do transporte aquaviário. O subsídio público tem que beneficiar o povo, não as empresas. Estou na luta pela melhoria do serviço de barcas desde 2007 e em todos esses anos sempre estive ao lado das reivindicações dos moradores, independentemente de período eleitoral. Tenho buscado fazer um mandato comprometido com O POVO, e não com empresas ou grupos econômicos. Se antes da gratuidade havia apenas três mil moradores cadastrados e agora são sete mil, significa que havia pessoas impossibilitadas de se transportar por falta de condições de pagar.
Não é a gratuidade que piora o serviço de barcas. O que piora é o descompromisso, o descaso da empresa, inclusive do novo comprador, transferencia que, por sinal, estamos questionando judicialmente. A proibição dos moradores transportarem suas compras é mais uma prova da desfaçatez dessa empresa, que não merece prestar serviço algum. Sua revolta, e a dos demais moradores é justíssima, mas deve ser dirigida CONTRA BARCAS, a verdadeira responsável por essa situação.
Mais uma vez, estarei cobrando do governo e da Agetransp o fim dessa indignidade que prejudica os moradores.
Atenciosamente
Gilberto Palmares
Ao contrário do que a senhora pensa, a gratuidade beneficia os moradores e Barcas, sim. Porque o morador não paga a passagem, mas a concessionária não deixa de receber - o governo do estado repassa para a empresa o valor de cada passagem gratuita. A gratuidade não resultou em nenhuma perda, em nenhum prejuízo para Barcas. E se o governo do estado usa RECURSOS PÚBLICOS para beneficiar uma empresa que presta um péssimo serviço, porque o usuário não pode ser beneficiado? Foi com essa intenção que apresentei a emenda concedendo gratuidade aos moradores de Paquetá e Ilha Grande, que dependem exclusivamente do transporte aquaviário. O subsídio público tem que beneficiar o povo, não as empresas. Estou na luta pela melhoria do serviço de barcas desde 2007 e em todos esses anos sempre estive ao lado das reivindicações dos moradores, independentemente de período eleitoral. Tenho buscado fazer um mandato comprometido com O POVO, e não com empresas ou grupos econômicos. Se antes da gratuidade havia apenas três mil moradores cadastrados e agora são sete mil, significa que havia pessoas impossibilitadas de se transportar por falta de condições de pagar.
Não é a gratuidade que piora o serviço de barcas. O que piora é o descompromisso, o descaso da empresa, inclusive do novo comprador, transferencia que, por sinal, estamos questionando judicialmente. A proibição dos moradores transportarem suas compras é mais uma prova da desfaçatez dessa empresa, que não merece prestar serviço algum. Sua revolta, e a dos demais moradores é justíssima, mas deve ser dirigida CONTRA BARCAS, a verdadeira responsável por essa situação.
Mais uma vez, estarei cobrando do governo e da Agetransp o fim dessa indignidade que prejudica os moradores.
Atenciosamente
Gilberto Palmares
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Gratuidade nas Barcas S.A.
A gratuidade favorece os moradores de Paquetá, sem dúvida, mas é um subsídio dado pelo governo. E o que é um subsídio? Para quem não domina o conceito, lá vai. Ao subsidiar um bem ou serviço, o governo passa a remunerar o produtor em função de preços mínimos que deseja praticar num determinado mercado, ou seja, através de sua política fiscal, transfere recursos públicos para que os preços, no caso a gratuidade, possa ser praticada sem prejuízo para a empresa Barcas S.A. No nosso caso, aí reside o problema .... Vamos por partes:
1- O consórcio que formou a Barcas S.A. detém, por concessão, o monopólio do serviço de transportes para Paquetá. Como é a regulamentação e a "gestão" dessa concessão e os critérios para sua renovação? Creio que o Deputado-PT-RJ Gilberto Palmares poderia nos auxiliar, pois faz muito tempo que ele está a frente de uma luta para a melhoria dos transportes na Baía de Guanabara.
2- A gratuidade beneficia a nós moradores e veranistas, é certo, mas não implica em melhoria do serviço oferecido. Lutar por um transporte melhor e por um alternativo, do meu ponto de vista é importante, pois o intervalo entre as barcas é muito longo, assim como a duração da viagem. Dado que a Baía está lotada de embarcações, em função do crescimento da economia brasileira, não há como imprimir maior velocidade para uma embarcação pesada, como as lanchas que servem à Ilha.
3- Normalmente, vou para Paquetá no sábado, na barca de 13:30hs, e fazem dois sábados que assisto a uma grande confusão na passagem das roletas. O motivo? Compras dos moradores de Paquetá e também bagagens dos "veranistas".
4- Fui falar com um funcionário da Barcas S.A. e ele, educadamente, me deu a seguinte explicação: se passar sem problema na roleta, o usuário não tem que pagar a bagagem; se não passar, implica excesso, logo a bagagem deve ser paga, assim como bicicletas, etc..
O que é justo e o que é injusto? Um dos problemas é que este critério afeta a população de renda mais baixa de Paquetá, sem dúvida. Entretanto, a quantidade de compras que vi trazerem, principalmente, porque era início de mês e havia uma boa oferta num supermercado popular, causa também alguns transtornos para a operação das embarcações e é desagradável para visitantes e veranistas. Enfrentei fila grande, já em cima da hora, pois uma senhora passou mais de 20 sacolas pela roleta; depois, um senhor entrou com 5 pacotes de papel higiênico, cada um de 12 rolos, dentre outras sacolas de compras; outro casal, entrou com uma caixa de TV de 32", e a moça não tinha forças para erguê-la; e como se não bastasse, pois o tumulto foi grande, atrasou a partida e a viagem foi infernal, com todo mundo falando alto e exaltado.
Longe de mim querer elogiar a Barcas S.A., não é isto! Mas creio que há excessos de ambos os lados. Se eu sou um turista, não quero fazer uma viagem de lazer com um monte de gente exaltada, falando muito palavrão e alto, e na hora de embarcar e desembarcar ter ainda que enfrentar uma grande confusão por conta de sacolas e do transporte de objetos vantajosos. Se sou morador, tenho que utilizar o único transporte existente, é verdade, mas creio que teria que haver um bom senso. A gratuidade é um benefício, e não sei como ficou o repasse acordado com a Barcas S.A., mas o transporte de bagagem não tem que ver com a gratuidade, mas sim com o excesso do que está sendo transportado. É assim em outros meios de transportes públicos, no Brasil e no mundo. Levamos um monte de coisas que não podemos carregar no Metrô? Não!!! Levamos o que bem entendemos em avião? Não!!! Então, o que pode ser levado nas lanchas de Paquetá? Em princípio, tudo, mas como passar pela roleta sem causar transtorno?
Eu, por exemplo, tenho trazido a minha gata Tutuca num carrinho. A caixinha dela, como é grande, não passa na roleta. Seu eu for parar para desatar e levantar a caixa, depois pegar minhas sacolas, pois normalmente venho com duas, eu paro a roleta nesta operação. Tenho pago a minha "bagagem" peluda, e passo com a minha gratuidade e sacolas pela roleta. No dia do tumulto, não vi ninguém tentar barrar carrinhos e malas que tranquilamente passavam na roleta. Mas vi barrarem carrinhos cujo morador, além dele, tinha que passá-lo e depois se virar para pegar inúmeras sacolas de supermercado.
Independente da opinião que eu tenho, a Regina Linhares fez uma consulta ao Gilberto Palmares e o que ele respondeu está postado no Fala Paquetá!
1- O consórcio que formou a Barcas S.A. detém, por concessão, o monopólio do serviço de transportes para Paquetá. Como é a regulamentação e a "gestão" dessa concessão e os critérios para sua renovação? Creio que o Deputado-PT-RJ Gilberto Palmares poderia nos auxiliar, pois faz muito tempo que ele está a frente de uma luta para a melhoria dos transportes na Baía de Guanabara.
2- A gratuidade beneficia a nós moradores e veranistas, é certo, mas não implica em melhoria do serviço oferecido. Lutar por um transporte melhor e por um alternativo, do meu ponto de vista é importante, pois o intervalo entre as barcas é muito longo, assim como a duração da viagem. Dado que a Baía está lotada de embarcações, em função do crescimento da economia brasileira, não há como imprimir maior velocidade para uma embarcação pesada, como as lanchas que servem à Ilha.
3- Normalmente, vou para Paquetá no sábado, na barca de 13:30hs, e fazem dois sábados que assisto a uma grande confusão na passagem das roletas. O motivo? Compras dos moradores de Paquetá e também bagagens dos "veranistas".
4- Fui falar com um funcionário da Barcas S.A. e ele, educadamente, me deu a seguinte explicação: se passar sem problema na roleta, o usuário não tem que pagar a bagagem; se não passar, implica excesso, logo a bagagem deve ser paga, assim como bicicletas, etc..
O que é justo e o que é injusto? Um dos problemas é que este critério afeta a população de renda mais baixa de Paquetá, sem dúvida. Entretanto, a quantidade de compras que vi trazerem, principalmente, porque era início de mês e havia uma boa oferta num supermercado popular, causa também alguns transtornos para a operação das embarcações e é desagradável para visitantes e veranistas. Enfrentei fila grande, já em cima da hora, pois uma senhora passou mais de 20 sacolas pela roleta; depois, um senhor entrou com 5 pacotes de papel higiênico, cada um de 12 rolos, dentre outras sacolas de compras; outro casal, entrou com uma caixa de TV de 32", e a moça não tinha forças para erguê-la; e como se não bastasse, pois o tumulto foi grande, atrasou a partida e a viagem foi infernal, com todo mundo falando alto e exaltado.
Longe de mim querer elogiar a Barcas S.A., não é isto! Mas creio que há excessos de ambos os lados. Se eu sou um turista, não quero fazer uma viagem de lazer com um monte de gente exaltada, falando muito palavrão e alto, e na hora de embarcar e desembarcar ter ainda que enfrentar uma grande confusão por conta de sacolas e do transporte de objetos vantajosos. Se sou morador, tenho que utilizar o único transporte existente, é verdade, mas creio que teria que haver um bom senso. A gratuidade é um benefício, e não sei como ficou o repasse acordado com a Barcas S.A., mas o transporte de bagagem não tem que ver com a gratuidade, mas sim com o excesso do que está sendo transportado. É assim em outros meios de transportes públicos, no Brasil e no mundo. Levamos um monte de coisas que não podemos carregar no Metrô? Não!!! Levamos o que bem entendemos em avião? Não!!! Então, o que pode ser levado nas lanchas de Paquetá? Em princípio, tudo, mas como passar pela roleta sem causar transtorno?
Eu, por exemplo, tenho trazido a minha gata Tutuca num carrinho. A caixinha dela, como é grande, não passa na roleta. Seu eu for parar para desatar e levantar a caixa, depois pegar minhas sacolas, pois normalmente venho com duas, eu paro a roleta nesta operação. Tenho pago a minha "bagagem" peluda, e passo com a minha gratuidade e sacolas pela roleta. No dia do tumulto, não vi ninguém tentar barrar carrinhos e malas que tranquilamente passavam na roleta. Mas vi barrarem carrinhos cujo morador, além dele, tinha que passá-lo e depois se virar para pegar inúmeras sacolas de supermercado.
Independente da opinião que eu tenho, a Regina Linhares fez uma consulta ao Gilberto Palmares e o que ele respondeu está postado no Fala Paquetá!
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Fala Paquetá
Somos amigos e moradores de Paquetá, esta ilha encantada ao fundo da Baía de Guanabara, mas também esquecida pelo poder público. Com o Fala Paquetá, pensamos abrir um canal de expressão e de debate sobre a Isla, seus problemas, seus encantos e seus eventos. Com o Fala Paquetá, não pretendemos tornar nossas postagens em verdades absolutas, mas termos a possibilidade de trocarmos informações e de podermos elaborar propostas de melhorias para a Ilha e para sua população.
Um Blog, do nosso ponto de vista, agrega opinões e cria um espaço de debate, mas não implica que todos os que nele escrevem tenham total identidade de olhar. Cada um de nós, ao escolher Paquetá para morar, pensamos que escolheu também um local para viver, mais idealizado por uns, mais real para outros. Não desconhecemos as divergências de olhar, mas cremos que olhares distintos dissipam a neblina e ampliam a visão, nos ajudam a formar um olhar coletivo, em que o outro é singular e ao mesmo tempo é parte. Podemos hoje dizer que formamos um grupo, mas não podemos esquecer que Paquetá não é a nossa Isla, pois há uma população que nela vive, como nós, e que tem suas aspirações e reivindicações.
Se somos um grupo que não se constitiu pela atividade política. Se somos um grupo que não se constituiu pela atividade profissional. Se, reconhecidamente, somos um grupo com divergências de olhar.... O que nos une em torno do Fala Paquetá? Creio que a certeza dos valores da amizade e do afeto, e também a convicção de que os homens devem resgatar sua capacidade transformadora em prol do bem comum. Queremos muito bem, aos amigos e a nossa Isla. Cremos que somos um grupo amante das práticas do bem querer ...
Queremos melhorias na política de saúde para Paquetá. Queremos ações inclusivas, geradoras de emprego e renda para a população local. Queremos melhorias nas condições de transportes. Queremos cuidados com os animais de Paquetá. Queremos ações culturais e o resgate da Biblioteca. Queremos saneamento e uma política habitacional. Queremos tudo que melhore e que dê condições de Paquetá ser o bairro maravilhoso que é, a uma hora do Centro histórico do Rio de Janeiro. Queremos, entre os amigos, veicular informações relevantes e compartilhar preocupações, ideias e alegrias. Portanto, Fala Paquetá!!!!!
Um Blog, do nosso ponto de vista, agrega opinões e cria um espaço de debate, mas não implica que todos os que nele escrevem tenham total identidade de olhar. Cada um de nós, ao escolher Paquetá para morar, pensamos que escolheu também um local para viver, mais idealizado por uns, mais real para outros. Não desconhecemos as divergências de olhar, mas cremos que olhares distintos dissipam a neblina e ampliam a visão, nos ajudam a formar um olhar coletivo, em que o outro é singular e ao mesmo tempo é parte. Podemos hoje dizer que formamos um grupo, mas não podemos esquecer que Paquetá não é a nossa Isla, pois há uma população que nela vive, como nós, e que tem suas aspirações e reivindicações.
Se somos um grupo que não se constitiu pela atividade política. Se somos um grupo que não se constituiu pela atividade profissional. Se, reconhecidamente, somos um grupo com divergências de olhar.... O que nos une em torno do Fala Paquetá? Creio que a certeza dos valores da amizade e do afeto, e também a convicção de que os homens devem resgatar sua capacidade transformadora em prol do bem comum. Queremos muito bem, aos amigos e a nossa Isla. Cremos que somos um grupo amante das práticas do bem querer ...
Queremos melhorias na política de saúde para Paquetá. Queremos ações inclusivas, geradoras de emprego e renda para a população local. Queremos melhorias nas condições de transportes. Queremos cuidados com os animais de Paquetá. Queremos ações culturais e o resgate da Biblioteca. Queremos saneamento e uma política habitacional. Queremos tudo que melhore e que dê condições de Paquetá ser o bairro maravilhoso que é, a uma hora do Centro histórico do Rio de Janeiro. Queremos, entre os amigos, veicular informações relevantes e compartilhar preocupações, ideias e alegrias. Portanto, Fala Paquetá!!!!!
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