Sra. Regina
Ao contrário do que a senhora pensa, a gratuidade beneficia os moradores e Barcas, sim. Porque o morador não paga a passagem, mas a concessionária não deixa de receber - o governo do estado repassa para a empresa o valor de cada passagem gratuita. A gratuidade não resultou em nenhuma perda, em nenhum prejuízo para Barcas. E se o governo do estado usa RECURSOS PÚBLICOS para beneficiar uma empresa que presta um péssimo serviço, porque o usuário não pode ser beneficiado? Foi com essa intenção que apresentei a emenda concedendo gratuidade aos moradores de Paquetá e Ilha Grande, que dependem exclusivamente do transporte aquaviário. O subsídio público tem que beneficiar o povo, não as empresas. Estou na luta pela melhoria do serviço de barcas desde 2007 e em todos esses anos sempre estive ao lado das reivindicações dos moradores, independentemente de período eleitoral. Tenho buscado fazer um mandato comprometido com O POVO, e não com empresas ou grupos econômicos. Se antes da gratuidade havia apenas três mil moradores cadastrados e agora são sete mil, significa que havia pessoas impossibilitadas de se transportar por falta de condições de pagar.
Não é a gratuidade que piora o serviço de barcas. O que piora é o descompromisso, o descaso da empresa, inclusive do novo comprador, transferencia que, por sinal, estamos questionando judicialmente. A proibição dos moradores transportarem suas compras é mais uma prova da desfaçatez dessa empresa, que não merece prestar serviço algum. Sua revolta, e a dos demais moradores é justíssima, mas deve ser dirigida CONTRA BARCAS, a verdadeira responsável por essa situação.
Mais uma vez, estarei cobrando do governo e da Agetransp o fim dessa indignidade que prejudica os moradores.
Atenciosamente
Gilberto Palmares
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